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Tudo sobre Polícia Federal

Polícia Federal avalia acareação em caso de fraude no Banco Master

A Polícia Federal decidirá se fará acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização do Banco Central, após depoimentos na próxima terça-feira. As investigações sobre possíveis fraudes na venda do Master ao BRB revelaram irregularidades e operações fraudulentas que podem somar R$ 12 bilhões. A medida, inicialmente ordenada pelo STF, enfrentou críticas, e a PF avaliará a conveniência do procedimento. A investigação começou após a prisão de Vorcaro e documento que ligava uma negociação imobiliária a um deputado federal.

Marília Ferreira de Alencar é condenada por participação em trama golpista

Marília Ferreira de Alencar, delegada da Polícia Federal, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a oito anos e seis meses de prisão em regime fechado por sua participação na trama golpista. O ministro Alexandre de Moraes determinou sua prisão preventiva após uma tentativa de fuga de um ex-dirigente da PRF, resultando em medidas de contenção para outros condenados. Embora a PGR não tenha conseguido provar sua omissão durante os atos violentos de 8 de janeiro, Marília foi considerada culpada por interferir nas eleições de 2022, usando dados da PF para dificultar o acesso dos eleitores.

Ex-diretor da PRF é detido ao tentar fugir para o exterior

Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi detido no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso. Após ser capturado, ele foi entregue à Polícia Federal (PF) na Ponte da Amizade, que liga Brasil e Paraguai. Vasques, condenado a 24 anos e 6 meses de prisão, havia rompido sua prisão domiciliar e fugido para o Paraguai na madrugada de Natal. O STF determinou sua prisão preventiva após a PF confirmar que sua tornozeleira eletrônica parou de emitir sinal. A fuga envolveu a retirada de seus pertences e um cachorro.

Acareação no caso Banco Master gera tensão na Polícia Federal

A decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, para a acareação entre figuras centrais do caso Banco Master levantou preocupações na Polícia Federal. Envolvendo Daniel Vorcaro, proprietário do banco, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, do Banco Central, a medida foi vista como precipitada, pois a investigação ainda está em estágio inicial. Investigadores temem que o confronto entre versões antes dos depoimentos individuais possa comprometer a coleta de provas e intimidar testemunhas, especialmente servidores do Banco Central, afetando sua disposição em colaborar com as investigações em andamento.

Acareação no caso Master surpreende investigadores e gera apreensão

O ministro Dias Toffoli do STF surpreendeu investigadores ao agendar uma acareação sobre o Banco Master para a próxima terça-feira. A decisão, tomada de ofício, visa confrontar versões em relação à venda do banco ao BRB, sem demanda prévia da Procuradoria-Geral da República ou da Polícia Federal. O encontro, que acontecerá por videoconferência, envolverá Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor do Banco Central. Essa estratégia gerou apreensão, considerando a possibilidade de constrangimento e pressão sobre os envolvidos na investigação.

Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro para o Natal

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a saída de Jair Bolsonaro da prisão para uma cirurgia programada. O ex-presidente, custodiado pela Polícia Federal em Brasília, passará por uma herniorrafia inguinal bilateral, com realização de exames no dia 24 de dezembro e a operação marcada para o dia 25. A decisão de Moraes foi baseada em laudo médico da PF que indicou a necessidade de intervenção cirúrgica. O transporte e a segurança de Bolsonaro durante a internação serão assegurados pela PF de maneira discreta, proibindo dispositivos eletrônicos e assegurando vigilância constante.

Hugo Motta defende STF em meio a operação da PF contra deputados do PL

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, manifestou apoio ao trabalho do Supremo Tribunal Federal (STF) em investigar suspeitas sobre parlamentares. Em um evento com jornalistas, Motta comentou a operação da Polícia Federal que atingiu deputados do PL, relacionados a desvios de recursos. Ele ressaltou a importância de não proteger aqueles com condutas irregulares, afirmando que a Casa monitora a atuação do Judiciário. Além disso, mencionou encontrar 400 mil reais em um endereço relacionado a um dos alvos. Motta criticou o STF por eventuais excessos, defendendo a conduta ética no Legislativo.

Polícia Federal investiga deputados do PL em operação Galho Fraco

Nesta sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca nas casas de deputados do Partido Liberal, incluindo Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy. A operação Galho Fraco investiga possíveis desvios de cotas parlamentares para despesas irregulares. Durante a ação, a PF encontrou R$ 400 mil com Sóstenes, que alega serem de um negócio imobiliário recente. Ele e Jordy negam qualquer irregularidade e afirmam que tais buscas são tentativas de desacreditá-los. Investigações revelam movimentações financeiras suspeitas e indícios de ligações com uma empresa de fachada na locação de carros, envolvendo assessores dos parlamentares.

Deputado joga celular pela janela durante operação da PF

Na manhã de 16 de dezembro de 2025, durante uma operação da Polícia Federal, o deputado Antônio Doido foi alvo de mandados de busca e apreensão em seu apartamento funcional em Brasília. Ele é investigado na Operação Igapó, que apura crimes de corrupção envolvendo uma organização criminosa de agentes públicos e privados. Agentes encontraram o celular do parlamentar jogado pela janela, uma tentativa de evitar a apreensão do dispositivo. A PF investiga delitos como corrupção eleitoral, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e fraudes em processos de licitação para desvio de verbas públicas.

Operação Unha e Carne: PF avança em investigação de vazamentos sigilosos

A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Unha e Carne nesta terça-feira, 16 de dezembro de 2025. A investigação busca apurar o vazamento de informações sigilosas por agentes públicos, que resultou na obstrução da Operação Zargun, iniciada em setembro. Na ação, são cumpridos um mandado de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão, definidos pelo Supremo Tribunal Federal. Esta operação está alinhada à decisão do STF em relação à ADPF 635/RJ, que ordenou investigações sobre a atuação de grupos criminosos violentos no estado, incluindo suas conexões com autoridades públicas.

Bolsonaro passará por perícia médica para cirurgia recomendada

O ex-presidente Jair Bolsonaro realizará uma perícia médica na próxima quarta-feira, 17 de dezembro, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A avaliação ocorrerá na sede do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, conduzida por peritos da Polícia Federal. Essa perícia é crucial, pois Moraes decidirá se permitirá que Bolsonaro deixe a prisão para a cirurgia recomendada por seus médicos. O exame de ultrassom, feito no último domingo, confirmou que ele tem uma hérnia inguinal, que pede atenção médica, o que motivou a solicitação de cirurgia e avaliação.

Nova fase da investigação sobre a fuga de Ramagem revela apoio de grupo suspeito

A Polícia Federal (PF) avança nas investigações sobre a fuga do deputado Alexandre Ramagem do Brasil, que ocorreu pela Guiana sem processos migratórios. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou que Ramagem foi ajudado por um grupo, incluindo o filho de um garimpeiro, preso durante a operação. Ramagem, condenado pelo STF a mais de 16 anos, deixou o Brasil em setembro e já estaria nos Estados Unidos. A PF já apreendeu materiais e vai investigar se há mais envolvidos na ação de facilitamento da fuga do parlamentar, oriundo de Roraima, onde iniciou sua carreira de delegado.

Polêmica na Alerj: presidente Bacellar admite contato com ex-deputado antes de operação

Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, admitiu em depoimento à Polícia Federal ter contatado o ex-deputado TH Joias antes da operação policial que o prendeu por suspeita de vazamento de informações sigilosas. Bacellar, preso na quarta-feira por ordem do STF, alegou que o contato era meramente institucional, embora a PF tenha encontrado mensagens informais entre os dois. Na véspera da operação, TH questionou se havia alguma denúncia contra ele, mas Bacellar retorqui que não sabia de nada. Durante a prisão, R$ 90 mil foram encontrados em seu carro, informação que ele prometeu esclarecer posteriormente.

Polícia Federal prende presidente da Alerj em operação contra corrupção

Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes do STF, a Polícia Federal prendeu Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, por suspeita de obstruir investigações da Operação Zargun. Ele é acusado de ter alertado o deputado Thiago Joias sobre a operação, que investiga tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro. Moraes ordenou o afastamento de Bacellar, indicando indícios de sua participação em organização criminosa e vazamento de informações sigilosas. Além da prisão, foram autorizadas buscas em endereços vinculados ao parlamentar e medidas cautelares para um assessor mencionado nas investigações. O caso continua em andamento.

Presidente da Alerj é preso em operação contra corrupção

Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, foi preso pela Polícia Federal na manhã de hoje durante a Operação Unha e Carne, que investiga o vazamento de informações sigilosas relacionadas à Operação Zargun. Esta última, realizada em setembro, prendeu o deputado estadual TH Joias e revelou um esquema de corrupção envolvendo líderes do Comando Vermelho e diversos agentes públicos. Bacellar é acusado de obstruir investigações e facilitar o tráfico de informações sigilosas. A operação em curso inclui mandados de prisão e busca e apreensão, além de medidas cautelares do STF a serem cumpridas.

Polícia Federal busca documentos da Lava Jato em operação inédita

Em uma ação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a Polícia Federal (PF) realizasse uma busca na 13ª Vara Federal de Curitiba, na quarta-feira (3/12), em procura de dados ocultos relacionados à Operação Lava Jato. Essa operação visa garantir que documentos e informações do caso do empresário Tony Garcia, um informante nas investigações, sejam finalmente entregues ao STF. A determinação surge após repetidos pedidos do tribunal, que identificou descumprimento de ordens judiciais, dificultando a investigação de irregularidades nos casos anteriores.

Médico famoso é alvo de operação por venda ilegal de remédios para emagrecimento

O médico Gabriel Almeida, popular nas redes sociais com quase 750 mil seguidores, foi alvo de uma operação da Polícia Federal por supostamente integrar um grupo que fabricava e vendia remédios injetáveis para emagrecimento de forma ilegal. A operação, que ocorre em quatro estados, busca desmantelar a estrutura clandestina do grupo, que utilizava plataformas digitais para comercializar os medicamentos sem controle de qualidade. A PF, em parceria com a Anvisa, cumpre mandados de busca e apreensão e busca identificar os responsáveis pela distribuição dos produtos, além de recolher materiais para investigação.

Polícia Federal desarticula rede clandestina de produção de medicamentos injetáveis

A Polícia Federal deflagrou a Operação Slim em 27 de novembro de 2025, visando desmantelar uma rede clandestina dedicada à produção e comercialização de tirzepatida, um princípio ativo para medicamentos injetáveis utilizados no tratamento de diabetes e obesidade. Foram cumpridos 24 mandados de busca em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, identificando a fabricação em condições inadequadas e a venda por plataformas digitais sem controles de qualidade. O objetivo da operação é interromper as atividades ilegais e identificar os responsáveis pela cadeia de produção e distribuição desse material perigoso.

Motta acusa Haddad de espalhar narrativa falsa sobre o PL Antifacção

O presidente da Câmara, Hugo Motta, acusou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de espalhar uma ‘narrativa falsa’ sobre o PL Antifacção em um vídeo nas redes sociais. Motta destacou que Haddad disse que o projeto enfraquece a Polícia Federal, uma alegação contestada pelo ex-capitão do Bope, Rodrigo Pimentel, que afirmou que as mudanças propostas afetam apenas 4% dos recursos. O ministro argumenta que a redistribuição financeira impacta negativamente a PF e a Receita Federal. Motta respondeu que o essencial para a PF permanecerá intacto e que o debate é superdimensionado.

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso ao tentar fugir do Brasil

Na segunda-feira, 17, Daniel Vorcaro, o proprietário do Banco Master, foi detido no aeroporto de Guarulhos pela Polícia Federal ao tentar embarcar em um jatinho rumo a Malta. Sua prisão ocorreu logo após a divulgação da venda do banco para o grupo Fictor, que envolvia um investimento de R$ 3 bilhões. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, evidenciando irregularidades na emissão de títulos de crédito falsos que podem ter movimentado R$ 12 bilhões. A operação resultou em múltiplas prisões, incluindo outros diretores da instituição, e investigações continuam em andamento.

Andrei Rodrigues depõe na CPI do Crime Organizado e discute crime no Brasil

Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal (PF), depôs nesta terça-feira na CPI do Crime Organizado. Ele foi convocado pelo relator Alessandro Vieira para contribuir na investigação sobre a relação entre o sistema prisional e a polícia. Rodrigues, que assume a PF desde 2023, possui vasta experiência, inclusive na segurança da ex-presidenta Dilma Rousseff. Em sua gestão, a PF lidou com casos notórios, como os homicídios de Marielle Franco e do indigenista Bruno Pereira. Durante a CPI, discutiu-se o PL Antifacção, que busca fortalecer a atuação da corporação no combate ao crime organizado no Brasil.

Confusão na segurança: Projeto de Derrite gera polêmica sobre a Polícia Federal

Guilherme Derrite, secretário de Segurança de São Paulo, apresentou um projeto para combater o crime organizado, mas gerou confusão com suas múltiplas versões. Com experiência policial, ele busca se consolidar como uma figura forte na segurança pública e também é candidato a senador. No entanto, seu projeto tem pontos polêmicos, como a proposta de subordinar a Polícia Federal, que deveria depender de autorização dos governadores para investigar crimes federais. Esta proposta levanta questões sobre a organização do crime em São Paulo e a eficácia do governo local na segurança pública em meio a uma crise.

Ex-nora de Lula sob investigação por fraudes no MEC

A Polícia Federal (PF) investiga Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Lula, por envolvimento em um esquema de fraudes no MEC, que supostamente incluía propina de empresários para obter contratos superfaturados de materiais escolares. A operação Coffee Break revelou que Carla presuntamente usou sua influência para liberar recursos do FNDE em benefício de empreiteiras. A PF também encontrou indícios de que contratos, que totalizavam mais de R$ 125 milhões, estavam associados a práticas ilegais, incluindo repasses para doleiros. Até o momento, Carla não foi localizada para comentar as acusações.

Mudanças na lei antifacção: Polícia Federal ganha novos poderes no combate ao crime organizado

O relator do PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite, apresentou uma nova versão do projeto que altera o papel da Polícia Federal no combate ao crime organizado. Agora, a PF poderá atuar de forma cooperativa com as polícias locais, sem a necessidade de autorização exclusiva do governador. A mudança visa garantir que a PF participe ativamente das investigações relacionadas a organizações criminosas. Críticas à versão anterior focaram na inconstitucionalidade e na possível restrição de competências da PF, levantando preocupações sobre o enfraquecimento das ações contra crimes como corrupção e tráfico de drogas, segundo declarações de autoridades envolvidas.

Controvérsia em torno do projeto antifacção de Derrite

O parecer do deputado Guilherme Derrite sobre um projeto de lei antifacção está sendo chamado de escândalo pelo Ministério da Justiça. O texto sugere que a Polícia Federal só poderia agir mediante provocação dos governadores estaduais, o que é considerado inconstitucional. Essa proposta, segundo críticos, criaria barreiras à atuação da PF e beneficiaria facções criminosas. Marivaldo Pereira, do Ministério da Justiça, e Mário Sarrubbo afirmaram que a Constituição não impõe limites à ação da PF. Há temores de confusão jurídica e riscos para investigações em andamento, e a resistência a esse projeto é esperada no Congresso.

Polícia Federal lança Operação Trampo contra fraudes milionárias na Caixa Econômica

A Polícia Federal, em operação conjunta com o GAECO/MPF, deflagrou a Operação Trampo em 5 de novembro de 2025, visando desmantelar uma organização criminosa interligada nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O grupo é acusado de fraudes em contas da Caixa Econômica Federal, usando dados sigilosos para acessar recursos do FGTS e do Auxílio Emergencial, resultando em saques fraudulentos. Os policiais cumpriram 27 mandados de busca e apreensão, além de sequestrar bens avaliados em R$ 45 milhões. A operação é parte da Força-Tarefa Tentáculos, voltada ao combate a fraudes eletrônicas.

Fábricas clandestinas de fuzis abastecem criminosos no Brasil

Uma investigação da Polícia Federal desvelou fábricas clandestinas de fuzis em São Paulo e Minas Gerais que abasteciam o Comando Vermelho, facção criminosa. Localizadas em Santa Bárbara d'Oeste, as empresas utilizavam maquinário de alta precisão para fabricar armamentos. A PF apreendeu 150 fuzis e 30.000 partes para a produção de armas. O esquema envolvia transporte mensal de fuzis para o Rio de Janeiro, onde haviam conexões com outras milícias. Operações do CV resultaram em 121 mortes, destacando a gravidade do tráfico de armas e a estrutura industrial do crime organizado no Brasil.

Milton Baptista silencia em CPI do INSS enquanto operação da PF avança

O presidente do Sindnapi, Milton Baptista de Souza Filho, optou pelo silêncio durante a CPI do INSS, não respondendo a várias perguntas a respeito das finanças do sindicato. Embora tenha se baseado em um habeas corpus do STF para não se pronunciar, ele concedeu algumas respostas não incriminatórias. A sessão coincide com a nova fase da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga fraudes em benefícios previdenciários. O sindicado, que arrecadou cerca de R$ 599,2 milhões em uma década, expressou surpresa com a operação e negou práticas ilícitas.

Polícia Federal realiza Operação Nacional Proteção Integral III contra abuso infantil

No dia 8 de outubro de 2025, a Polícia Federal lançou a Operação Nacional Proteção Integral III, em conjunto com as Polícias Civis de 16 estados, visando combater o abuso sexual de crianças e adolescentes, especialmente crimes online. A operação abrange 182 mandados de busca e apreensão e 11 prisões preventivas, resultando em 49 prisões em flagrante até o momento, com 2 vítimas resgatadas. Participaram da ação 617 agentes federais e 273 civis, ressaltando a importância da colaboração entre as forças policiais e a necessidade da proteção da infância em um ambiente digital seguro.

Investigação revela possíveis vínculos entre metanol e crime organizado

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, revelou que a Polícia Federal investiga se o metanol usado para adulterar bebidas alcoólicas deriva de caminhões e tanques abandonados após a Operação Tank. Esta linha de investigação surge em meio ao combate ao crime organizado na área de combustíveis, após a apreensão de substâncias essa origem. Lewandowski menciona que a identificação do tipo de metanol é crucial e que essa possibilidade pode indicar a atuação de grupos criminosos especializados na distribuição do produto para fins ilícitos, alertando sobre os riscos de intoxicação graves associados ao metanol.

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